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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A receita do pastor com sucesso

                               
 Paul Tripp é o presidente de Paul Tripp Ministries, organização sem fins lucrativos cujo slogan de missão é “Conectando o poder transformador de Jesus Cristo à vida diária”. É também professor de vida e cuidado pastoral no Redeemer Seminary, em Dallas (Texas), e diretor executivo do Center for Pastoral life and Care, em Fort Worth (Texas). É casado há muitos anos com Luella, e têm quatro filhos adultos.Estou convencido de que muitos dos problemas no ambiente pastoral resultam de uma definição nada bíblica dos ingredientes essenciais do sucesso para o ministério. É claro que muitos futuros candidatos esperam uma “vibrante caminhada com o Senhor”, mas essas palavras ficam geralmente desfiguradas através de um processo que faz poucas perguntas nesta área e espera grandes respostas. Estamos realmente interessados em conhecimento (teologia correta), capacidade (boa pregação), filosofia ministerial (edificação da igreja), e experiência (é o seu primeiro pastorado?). Já ouvi de líderes da igreja, em momentos de crise pastoral, dizer muitas vezes: “Não conhecemos o homem que contratamos.”

O que significa conhecer o homem? Significa saber qual é a verdadeira condição do seu coração – até onde seja possível. Do que ele realmente gosta, e o que despreza? Quais são suas esperanças, sonhos, temores? Quais são os desejos profundos que o entusiasmam ou o paralisam? O que ele pensa de si mesmo? Até que ponto está aberto à confrontação, a critica e ao encorajamento? Até que ponto está comprometido com a santificação?
Ate que ponto está aberto às tentações, fraquezas e fracassos? Até que ponto está preparado para ouvir e condescender com a sabedoria dos outros? Ele considera o ministério pastoral um projeto comunitário? Tem um coração manso, submisso? É simpático e hospitaleiro, é um pastor e está disposto para com aqueles que estão sofrendo? Que qualidades de caráter sua esposa e filhos costumam usar para descrevê-lo? Ele aplica a si mesmo as suas pregações? Seu coração se comove e sua consciência costuma se entristecer quando olha ara si mesmo no espelho da Palavra? Até que ponto sua vida devocional é robusta, consistente, alegre e vibrante?
O seu ministério flui com a emoção de sua comunhão devocional com o Senhor? Ele se atém a padrões elevados, ou se acostuma com a mediocridade? É sensível à experiência e às necessidades das pessoas que o ajudam no ministério? Personifica o amor e a graça do Redentor? Ignora pequenas ofensas? Está pronto a perdoar?  É crítico e costuma julgar os outros? Que diferença ele apresenta entre o pastor na igreja e o marido e pai em casa? Ele cuida do seu físico? Intoxica-se com a mídia ou a televisão? Como ele completaria esta sentença: “Se ao menos eu tivesse………..”?  Que sucesso tem no pastoreio da congregação que consiste da sua família?
A Verdadeira Condição do Coração do Pastor
O ministério do pastor nunca é apenas formado por sua experiência, conhecimentos e capacidade. Sempre se trata da verdadeira condição do seu coração. Na verdade, se o seu coração não estiver bem colocado, o conhecimento e a capacidade o tornam perigoso.
Os pastores geralmente lutam para encontrar uma comunhão viva, humilde, dependente, celebratória, adoradora, meditativa com Cristo. É como se Jesus tivesse abandonado o edifício. Há todo tipo de conhecimento e capacidade de ministério, mas parece divorciado de uma comunhão viva com o Cristo vivo e sempre presente. Toda esta atividade, conhecimentos e capacidade parecem receber combustível de outro lugar. O ministério se torna chocantemente impessoal. Contém conteúdo teológico, capacidade exegética, compromissos eclesiásticos e avanços institucionais. É uma preparação para o próximo sermão, atender o próximo item da agenda, e cumprir os requisitos de abertura da liderança. Trata-se de orçamentos, planos estratégicos e parcerias de ministério.
Nenhuma dessas coisas é errada em si mesma. Muitas delas são essenciais. Mas nunca devem constituir fins em si mesmos. Nunca deveriam ser a máquina que impele o veículo. Devem todas expressar alguma coisa mais profunda no coração do pastor.
O pastor deve estar interessado, deslumbrado, apaixonado pelo seu Redentor de maneira que tudo o que pensa, deseja, escolhe, decide, diz e faz é impelido pelo amor a Cristo e a segurança do repouso no amor de Cristo. Ele deve se expor regularmente, humilhar-se, assegurar-se e repousar na graça do Redentor. Seu coração deve amolecer dia a dia pela comunhão com Cristo de maneira que se torne um servo-líder amoroso, paciente, perdoador, encorajador e doador. Suas meditações sobre Cristo, sua presença, suas promessas e suas provisões não devem ser sobrepujadas por suas meditações sobre como fazer o seu ministério funcionar.
Proteção Contra Todos os Outros Amores
Apenas o amor a Cristo pode defender o coração do pastor contra todos os outros amores que têm o potencial de seqüestrar o seu ministério. Apenas a adoração a Cristo tem o poder de protegê-lo de todos os ídolos sedutores do ministério que sussurram aos seus ouvidos. Apenas a glória do Cristo ressuscitado vai guardá-lo da glória pessoal que tenta e destrói o ministério de tantos.
Apenas Cristo pode transformar um seminarista graduado, arrogante, materialista em um doador humilde e paciente da graça. Apenas gratidão profunda por um Salvador sofredor pode transformar um homem em servo sofredor no ministério. Apenas um quebrantamento diante do seu próprio pecado pode desenvolver graça para com indivíduos rebeldes entre os quais Deus o chamou para ministrar. Apenas quando sua identidade estiver firmemente enraizada em Cristo você poderá descobrir a liberdade de buscar a identidade no seu ministério.
Devemos ter o cuidado de definir capacidade ministerial e maturidade espiritual. Há o perigo de se pensar que os seminaristas formados que foram bem treinados e bem instruídos estão preparados para o ministério, ou achar que conhecimento, atividade e capacidade para o ministério é maturidade espiritual pessoal. A maturidade é uma coisa vertical que se expressa horizontalmente numa variedade extensa. A maturidade se refere ao relacionamento com Deus que resulta em uma vida sábia e humilde. A maturidade do amor a Cristo expressa-se no amor ao próximo.
A gratidão pela graça de Cristo se expressa na graça para com os outros. A gratidão pela paciência e o perdão de Cristo capacita-nos a sermos pacientes e perdoadores. A experiência diária da salvação do evangelho dá-nos paixão pelas pessoas que estão experimentando a mesma salvação. É a terra em que o verdadeiro sucesso ministerial se desenvolve.

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

DISPENSAÇÕES OU ALIANÇAS: COMO DEUS ADMINISTRA O SEU PLANO?


DISPENSAÇÕES OU ALIANÇAS: COMO DEUS ADMINISTRA O SEU PLANO?[1]


MEDEIROS, Iranildo Monteiro de (ECS).[2]



RESUMO:
Veremos neste ensaio na visão tanto dos dispensacionalista quanto dos aliancistas a administração de Deus em seus planos. Porém tentando observa qual das duas seria a mais coerente como a que Deus usa em sua administração do seu plano.

PALAVRAS CHAVE:
Deus, Plano e Administração.

INTRODUÇÃO:

Apresentaremos inicialmente neste ensaio a história do dispensacionalismo clássico como também do aliancismo(teologia da aliança). É de grande importância observar que existe uma administração e um plano de Deus nas escrituras. Sendo assim tanto um leitor como um estudante das escrituras precisa conhecer como se dá essa administração do plano de Deus por toda a escritura. Ambas as doutrinas se propõe a isso. As duas doutrinas aqui apresentadas se diferem basicamente em sua hermenêutica principalmente em se tratando de escatologia. Para alguns o dispensacionalismo oferece a teologia mais coerente para a administração do plano de Deus para a humanidade, já para outros a teologia aliancista é a que realmente é utilizada por Deus. Uma crer na continuidade da revelação de Deus, a outra na descontinuidade da revelação. O que de fato precisamos reconhecer é que abraçando seja qual for à doutrina a conclusão bíblica em vários temas e assuntos será diferente. Os conflitos surgirão entre ambas, mas sem contradição encontraremos pontos em comum entre as mesmas. O estudo de comparação dessas doutrinas nos trará grandes informações a respeito de nossas convicções acerca da revelação dos planos de Deus nas escrituras, ou seja, se como leitores ou estudantes temos de fato entendimento ou não desse assunto. Essas doutrinas são defendidas e difundidas por grandes teólogos internacionais e nacionais e isso implica dizer que são importantes para serem estudadas por todo aquele que deseja conhecer como Deus administra o seu plano por toda a escritura. Faremos aqui a exposição dessas doutrinas de forma que possamos chegar a uma conclusão coerente de qual seria a que Deus usa para a administração de seu plano.

1. Um pouco da história do dispensacionalismo.

Tendo inicio no século XIX na Inglaterra por Edward Irving e John Nelson Darby o dispensacionalismo foi promovido por muitos pregadores populares tendo dentre eles, C. I. Scofield.[3] Em um aprofundamento na história do dispensacionalismo pode se afirmar que como conceito essa teologia surgiu nos primeiros séculos do cristianismo, mas como um sistema hermenêutico no final do século XVII e como teologia propriamente dita no século XIX. Tendo como o principal divulgador C. I. Scofield. Um fator principal para a difusão dispensacionalista foi a Bíblia de Cyrus Ingerson Scofield (1843-1921)[4]
O período de maior crescimento do dispensacionalismo começou na segunda metade do século XIX e durou até mais ou menos 1940. De 1950-1985 surgiu o dispensacionalismo revisado e de 1980 o dispensacionalismo progressivo a parti de Robert Saucy.[5]

1.1. Definição de Dispensacionalismo.

É um sistema teológico que apresenta duas distinções básicas: Uma interpretação consistentemente literal das Escrituras, em particular da profecia bíblica. A distinção entre Israel e a Igreja no programa de Deus.

2. Um pouco da história do aliancismo.

A história do aliancismo começou no inicio do século XVI sendo desenvolvida por reformadores suíços e holandeses. A teologia das alianças também conhecida como teologia do pacto ou teologia federal teve como seu primeiro enfatizado provavelmente Heinrich Bullinger, motivado por debates com os anabatistas em Zurique. Teve uma obra sua publicada em 1534, com o titulo De testamento seu foedere Dei único et aeterno, dois anos antes da primeira edição das Institutas da Religião Cristã, de João Calvino. Entre outros que escreveram sobre a teologia das alianças temos Zacharias Ursinus, Kaspar Olevianus, Johannes Altusius, Johannes Cocceius, Herman Witsius e Francis Turretin. A confissão de fé de Westminster no século XVII fez um resumo destes escritos sobre a doutrina do pacto(VII.1-6). Tendo essa mesma posição confirmada em resumo pela confissão de fé Batista de 1689(7. 1-3).[6] Entre escritores do século XIX e XX estão, Charles Hodge, A. A. Hodge, B. B. Warfield, Geerhardus Vos, J. Gresham Machen, Herman Bavinck, Louis Berkhof, John Murray e William Hendriksen e ainda Michael Horton, J. I. Packer, Robert L. Reymond, O. Palmer Robertson, R. C. Sprou, Gerard Van Croningen e Wayne Grudem.[7]

2.1. Definição de Aliancismo

É um sistema teológico que sistematiza a filosofia bíblica da história na base de duas ou três alianças (redenção, graça e obras).[8]

3. A hermenêutica dispensacionalista.

Os Dispensacionalistas afirmam que seu princípio hermenêutico é o da interpretação literal. “Interpretação Literal” significa dar a cada palavra o significado que corriqueiramente teria no uso cotidiano. Símbolos e figuras de linguagem, neste método, são todos interpretados de forma simples e óbvia, e de forma alguma se opõem à interpretação literal. Mesmo os simbolismos e falas figurativas possuem em sua base significados literais.
Há pelo menos três razões para ser esta a melhor maneira de ver as Escrituras. Primeiro, filosoficamente, o propósito da linguagem parece exigir que nós a interpretemos literalmente. A linguagem foi dada por Deus para o propósito da capacidade de comunicação com o 
homem. A segunda razão é bíblica. Toda a profecia sobre Jesus Cristo no Velho Testamento foi literalmente cumprida. O nascimento, ministério, morte e ressurreição de Jesus ocorreram todos exatamente e literalmente como preditos pelo Velho Testamento. Não há nenhum cumprimento não-literal destas profecias no Novo Testamento. Isto fortemente aponta para o método literal. O terceiro motivo está no campo da lógica, pois a objetividade se perde se não houver um método claro, normal e literal de interpretação. Se a interpretação literal não for usada no estudo das Escrituras, não haverá um padrão objetivo pelo qual se possa compreender a Bíblia. Cada pessoa seria capaz de interpretar a Bíblia do jeito que quisesse. A interpretação bíblica se degeneraria em “o que essa passagem me diz...” ao invés de “a Bíblia diz...” Infelizmente, este já é um caso comum em muito do que chamam de interpretação bíblica nos dias de hoje.[9]

A Teologia Dispensacionalista acredita que há dois povos distintos de Deus: Israel e a Igreja. Os Dispensacionalistas acreditam que a salvação foi sempre pela fé (Em Deus no Velho Testamento; especificamente em Deus o Filho no Novo Testamento). Os Dispensacionalistas afirmam que a Igreja não substituiu Israel no programa de Deus e que as promessas do Velho Testamento a Israel não foram transferidas para a Igreja. Eles creem que as promessas que Deus fez a Israel (por terra, muitos descendentes e bênçãos) no Velho Testamento serão cumpridas literalmente.. Eles creem que da mesma forma que Deus concentra sua atenção na igreja nesta era, Ele novamente, no futuro, concentrará Sua atenção em Israel (Romanos 9-11).[10]

Os Dispensacionalistas entendem que a Bíblia seja organizada em sete dispensações: Inocência (Gênesis 1:1- 3-7), Consciência (Gênesis 3:8- 8:22), Governo Humano (Gênesis 9:1 – 11:32), Promessa (Gênesis 12:1 – Êxodo 19:25), Lei (Êxodo 20:1 – Atos 2:4), Graça (Atos 2:4 – Apocalipse 20:3) e o Reino Milenar (Apocalipse 20:4 – 20:6). Assim no final deste período ocorrerá a derrota final de Satanás, a ressurreição dos ímpios e o julgamento final e por fim o estado eterno.[11] Essa teologia tem como seus defensores homens como C. I. Scofield, Arno C. Gaebelein e Lewis S. Chafer todos americanos. Como também entre os cristãos contemporâneos temos: John F. Walvoord, J. Dwight Pentecost, Charles C. Ryrie, Norman Geisler, J. Scott Horrel, , Francis Schaeffer e John Macarthur Jr.[12]

4. A hermenêutica aliancista.

Os aliancistas enfatizam que o ponto central de sua teologia está no relacionamento entre Deus e a raça humana por meios de pacto definidos como a aliança das obras entre Deus e Adão, a aliança da redenção entre as pessoas da trindade, a aliança da graça estabelecida entre os eleitos através de Cristo. Tanto a aliança das obras quanto a aliança da graça mostram a diferença do tratamento de Deus com o homem antes e depois da queda e assim mostrando a bondade de Deus e sua graça.
Dentro de toda sua teologia podemos destacar alguns aspectos que define bem sua hermenêutica. Franklin Ferreira nos mostra nove aspectos da hermenêutica aliancista. Ele diz o seguinte:
1) compreende a história numa pespectiva otimista, ao afirmar que Deus está estendendo seu reino; 2) afirma a existência de um único propósito redentivo, ainda que este inclua vária dispensações, pois a aliança da graça é o relato histórico progressivo da administração do evangelho na história da redenção; 3) enfatiza, por isso, a continuidade da história da redenção; 4) aceita o ensino do Antigo Testamento, a menos que esse tenha sido revogado pelo Novo Testamento; 5) percebe que a Igreja é o Israel espiritual, em continuidade com o verdadeiro Israel do Antigo Testamento; 6) crê que a profecia do Antigo Testamento é oferecida ao povo de Deus, a Igreja; 7) assevera a operação do Espírito Santo na vida do povo de Deus por meio de toda a história da redenção; 8) aplica ênfase no mandado cultural; 9) revela-se, geralmente, amilenista, ocasionalmente, pré-milenista e, raramente, pós-milenista.[13]
Podemos notar nitidamente pelas informações até aqui obtidas às tensões e harmonias que existem entre os aliancistas e os dispensacionalistas em suas respectivas hermenêuticas. Como resolver esse dilema? Com qual delas Deus administra seu plano? Chegarei a uma conclusão logo mais a frente

5. Conflitos

Enquanto se faz uma comparação entre os sistemas teológicos aliancistas e dispensacional, as ideias acima são um bom ponto de partida. Pois, convém perguntar: Estamos diante de uma distinção irrelevante? As especificidades de cada sistema são do tipo “tanto faz”? E, no caso de haver diferenças, não seriam apenas em pontos localizados no fim da fila da hierarquia doutrinária? É bem possível que para alguns as respostas dessas perguntas sejam um sim. No entanto, certamente este não é o caso por duas considerações. Primeiro em se tratando de escatologia encontramos diferença entre os dois sistemas.
Segundo, tanto a teologia da aliança, quanto a teologia dispensacionalista, são mais do que meros pontos de vistas acerca de aspectos isolados de certas doutrinas. Na verdade, trata-se de sistemas inteiros de teologia e hermenêutica. Cada uma dessas doutrinas fornece um modo de interpretar a bíblia. Assim dependendo da escolha entre os dois sistemas, os resultados a que a pessoa chegará ao seu estudo bíblico podem ser bem diferentes. Uma doutrina crê em uma descontinuidade nas escrituras, outra na continuidade.[14]

6. Por qual Deus administra seu plano.

A teologia da aliança entende toda a história, depois da queda do homem em pecado, como unificada sob as cláusulas da aliança da redenção (ou, mais tradicionalmente, a aliança da graça). Começando com a primeira promessa ao Adão em pecado e continuando através da história até a consumação dos séculos, Deus ordena todas as coisas com vistas ao seu próprio singular de redimir um povo para si mesmo. A distinção entre a velha e a nova aliança marca uma divisão estrutural dentro da história da redenção. Todavia, mesmo estas duas grandes épocas se relacionam integralmente uma com a outra como promessa e cumprimento, como sombra e realidade.[15]
O dispensacionalista crê que através dos tempos Deus persegue dois propósitos distintos: um relacionado com a terra, envolvido com povo terreno e objetivos terrenos, que é o judaísmo; enquanto outro é relacionado com o céu, envolvido com um povo celestial e objetivos celestiais, que é o cristianismo.[16] Acredito ser essa a forma em que Deus administra seu plano.


7. CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Termino este ensaio reconhecendo que muito ainda existe a argumentar sobre essas teologias e principalmente acerca de como Deus administra seu plano. Dei meu parece dentro do meu conhecimento que admito ser pouco, mas mesmo sendo pouco me considero um dispensacionalista progressivo que uma variação do clássico. Portanto mesmo com pouco conhecimento não me considero em hipótese alguma um herege. 











 Referências 

[1] Ensaio acadêmico apresentado á disciplina introdução á teologia bíblica , ministrada pelo professor Antônio Neto, semestre 2012.1.

[2] Bacharelando teologia na Escola Teológica Charles Spurgeon.
[3] Ferreira, Franklin Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica, e apologética para o contexto atual / Franklin Ferreira e Alan Myatt. São Paulo : Vida Nova, 2007, p 1107.
[4] Revista Pilares da fé p 14,15
[5] Revista Pilares da Fé p 10,11,12.
[6] Ferreira, Franklin Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica, e apologética para o contexto atual / Franklin Ferreira e Alan Myatt. São Paulo : Vida Nova, 2007, p1105, 1106.
[7] Ferreira, Franklin Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica, e apologética para o contexto atual / Franklin Ferreira e Alan Myatt. São Paulo : Vida Nova, 2007, p 1107.
[8] Revista Pilares da fé p 24.
[9] Revista Pilares da fé p 46,47.
[10] Argumento baseado em aprendizado em sala de aula da matéria TB com o professor Antônio Neto.
[11] Ferreira, Franklin Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica, e apologética para o contexto atual / Franklin Ferreira e Alan Myatt. São Paulo : Vida Nova, 2007, p 1108,1109
[12] Ferreira, Franklin Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica, e apologética para o contexto atual / Franklin Ferreira e Alan Myatt. São Paulo : Vida Nova, 2007, p 1110
[13] Ferreira, Franklin Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica, e apologética para o contexto atual / Franklin Ferreira e Alan Myatt. São Paulo : Vida Nova, 2007, p 1107.
[14] Revista pilares da fé p 22,23
[15] O. Palmer Robertson, O Cristo dos Pactos, 2002, Editora Cultura Cristã, p192.
[16] O. Palmer Robertson, O Cristo dos Pactos, 2002, Editora Cultura Cristã, p198.
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domingo, 1 de abril de 2012

Facebook é melhor que igreja?

                 
                (1) “Crentes que ficam no Facebook fazendo piada, defendendo com unhas e dentes seu time, conversando fiado, falando de novela, e não falam de sua igreja, não a defendem, não promovem suas programações”. Meu comentário: As pessoas defendem com vigor suas paixões. Mas nem sempre a igreja está entre elas. Há quem veja a igreja como a Geni, da música do Chico Buarque: joga pedra nela. Dêem à igreja o tempo que dão ao Face.
                (2) “Crentes e até líderes de igreja que passam  uma, duas, cinco, dez, e, pasmem, até quinze horas no Facebook e não vão aos cultos da igreja que duram uma hora ou uma hora e meia”. Meu comentário: Desisti de conversar pelo Face. Nem visito página alguma. Para conversa, telefone-me ou envie um email. Um dia perdi (perdi, mesmo) mais de uma hora no Face. Lendo platitudes e vendo troca de ofensas.  Há muita futilidade e pouca coisa que edifica.

(3) “Crentes que trocam a comunhão da igreja, o aperto de mão, o sorriso, o abraço, o orar juntos, o ouvir o irmão, o falar com o irmão, o perdoar, a cura nos relacionamentos para ficar sozinho em um ambiente com um computador, um mouse, um teclado, um monitor, etc.”. Meu comentário: As pessoas estão se isolando cada vez mais de pessoas reais. Há crentes que fogem dos outros. A vida cristã tem este componente psicológico de nos interrelacionar com pessoas reais. Somos entes gregários, que precisam de companhia. Por que companhia virtual, se na igreja há companhia de carne e osso?

(4) Crentes que compartilham várias coisas menos a sua fé, crentes que curtem várias coisas só não curtem a igreja”. Meu comentário: Alguns até se escondem atrás de pseudônimos em chats na Internet. Conversam imoralidades ou assumem posições contrárias à sua fé.

                (5) “Crentes que adicionam em sua lista de amigos pessoas que nunca viram, mas que não conhecem nem os membros de sua igreja, seus irmãos em Cristo”. Meu comentário: E se queixam que os irmãos não os amam. Não se envolvem com eles! Têm amigos virtuais, mas não amigos reais entre os irmãos.

Tempo é um bem valioso. E se encurta diariamente. Cada dia, uma folha de nosso calendário é tirada e não é reposta. Não desperdice seu tempo. Se o Facebook ou a Internet tomam mais tempo seu que a  vida espiritual, desculpe-me: sua vida está sendo perdida. A não ser que você seja tão pobre que nem note isto. Não  perca seu tempo. E use-o para sua vida espiritual.
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Por Que Os Crentes Perseveram? C. H. Spurgeon


A esperança que enchia o coração do apóstolo Paulo a respeito dos crentes de Corinto, conforme já sabemos, estava repleta de consolação para aqueles que se mostravam temerosos quanto ao futuro dos membros da igreja em Corinto. Por que o apóstolo acreditava que os crentes de Corinto seriam confirmados até ao fim?
Devemos observar que ele apresentou as suas próprias razões.
“Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo”.
1 Coríntios 1.9
Paulo não disse: “Vós sois fiéis”. A fidelidade do homem é bastante desconfiável; é pura vaidade. O apóstolo também não disse: “Vós tendes ministros fiéis para guiar-vos e instruir-vos. Por isso, creio que estais seguros”. Não! Se somos guardados pelos homens, na realidade nunca seremos guardados. Paulo afirmou: “Deus é fiel”. Se somos fiéis, isto acontece porque Ele é fiel. Toda a nossa salvação descansa na fidelidade de nosso Deus da aliança. Nossa perseverança se fundamenta neste glorioso atributo de Deus. Somos instáveis como o vento, frágeis como a teia de aranha, volúveis como a água.
Não podemos depender de nossas qualidades naturais ou de nossas aquisições espirituais. Mas Deus permanence fiel. Ele é fiel em seu amor: não conhece qualquer variação, nem sombra de mudança. Deus é fiel aos seus propósitos: não começa uma obra e a deixa inacabada. Ele é fiel em seus relacionamentos: como Pai, não abandonará seus filhos; como amigo não negará seu povo; como Criador, não esquecerá a obra de suas
mãos. Deus é fiel à sua aliança, que estabeleceu conosco em Cristo Jesus e ratificou com o sangue de seu sacrifício. Deus é fiel ao seu Filho e não permitirá que o sangue dEle tenha sido derramado em vão. Deus é fiel ao seu povo, ao qual Ele prometeu a vida eterna e do qual jamais se afastará.
Esta fidelidade de Deus é o fundamento e a pedra angular de nossa esperança de perseverança até ao final. Os crentes hão de perseverar em santidade, porque Deus se mantém perseverante em graça. Ele persevera em abençoar; por conseguinte, os crentes perseveram em serem abençoados. Deus continua guardando seu povo; conseqüentemente, os crentes continuam guardando os mandamentos dEle. Este é o solo firme e excelente sobre o qual podemos descansar. Portanto, é o favor gratuito e a infinita misericórdia que retinem no alvorecer da salvação; e estes mesmos sinos continuam retinindo m e l o d i o s a mente durante todo o dia da graça.
Podemos observar que as únicas razões para esperarmos que seremos confirmadosnaté ao fim e que seremos achados inculpáveis se encontram em nosso Deus. Mas nEle estas razões são abundantes.
Primeiramente, elas se fundamentam no que Deus têm feito. Ele decidiu nos abençoar e não retrocederá. Paulo nos recorda que Deus nos chamou “à comunhão de seu Filho, Jesus Cristo”. Deus realmente nos chamou? A chamada não pode ser revertida, “porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (Rm 11.29). O Senhor jamais retrocede da chamada eficaz de sua graça. Romanos 8.30 diz: “E aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” — esta é a norma invariável do procedimento de Deus. Existe uma chamada comum, sobre a qual as Escrituras dizem: “Muitos são chamados, mas poucos escolhidos” (Mt 22.14). No entanto, a chamada sobre a qual agora estamos pensando é outro tipo de chamada; é uma chamada que prenuncia amor especial e envolve a posse daquilo para o que fomos chamados. Nesse caso, acontece com os chamados o mesmo que ocorreu com a descendência de Abraão, sobre a qual o Senhor declarou: “A quem tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos, e a quem disse: Tu és o meu servo, eu te escolhi e não te rejeitei” (Is 41.9).
Naquilo que o Senhor fez, temos poderosas razões que nos asseguram nossa preservação e glória futura, porque Ele nos chamou “à comunhão de seu Filho, Jesus Cristo”. Isto significa o companheirismo com o Senhor Jesus Cristo. Desejo que você considere atentamente o que isto significa. Se Deus já o chamou por sua graça, você já veio à comunhão com o Senhor Jesus, para se tornar, juntamente com ele, possuidor de todas as coisas. Então, aos olhos do Altíssimo, você é um com o Senhor Jesus. Os seus pecados foram levados pelo Senhor Jesus, que os carregou sobre Si mesmo, em seu próprio corpo, na cruz, tornando-se maldição em seu lugar. Ao mesmo tempo, o Senhor Jesus tornou-se a sua justiça, de modo que você está justificado nEle.
Assim como Adão é o representante de todos os seus descendentes, assim também o Senhor Jesus é o representante de todos os que estão nEle. Assim como a esposa e o esposo são um, assim também o Senhor Jesus é um com aqueles que, pela fé, estão unidos a Ele; são um por meio de uma união que nunca poderá ser desfeita. E, mais do que isso, os crentes são membros do corpo de Cristo; são um com Ele por meio de uma união de amor, permanente e viva. Deus nos chamou a esta união, esta comunhão e este companheirismo; por essa razão, Ele nos deu o sinal e penhor de que seremos confirmados até ao fim. Se fôssemos considerados como estando separados de Cristo, seríamos criaturas infelizes, destinadas a perecer; logo seríamos destruídos e lançados na eterna perdição. Mas, visto que somos um em Cristo, participamos de sua natureza e possuímos sua vida imortal. Nosso destino está vinculado ao de nosso Senhor; e, como Ele não pode ser destruído, não é possível que venhamos a perecer.
Pense demoradamente nesta união com o Filho de Deus, à qual você foi chamado, porque toda a sua esperança está nesta união. Você nunca será pobre, enquanto Jesus for rico, visto que você está em uma união firme com Ele. A necessidade nunca pode assaltá-lo, porque, juntamente com Ele, que é o Possuidor, você é co-proprietário dos céus e da terra. Você nunca pode falir, pois, embora um dos sócios da firma seja tão pobre como um rato de igreja e em si mesmo esteja em completa ruína, incapacitado de pagar o menor de seus imensos débitos, o outro sócio é excessive e inconcebivelmente rico. Neste companheirismo, você é levantado a uma posição que supera a depressão dos tempos, as mudanças do futuro e o colapso do fim de todas as coisas. Deus o chamou à comunhão de seu Filho, Jesus Cristo, e por meio desta chamada o colocou no lugar de segurança infalível.
Se você é um verdadeiro crente, é um com o Senhor Jesus e, por isso, está seguro. Você não percebe que tem de ser assim? Se você já foi realmente feito um com o Senhor Jesus, por meio de um ato irrevogável de Deus, então você tem de ser confirmado até ao fim, até ao dia da manifestação dEle. Cristo e o pecador convertido estão no mesmo barco. Se Jesus não pode afundar, o crente também nunca sucumbirá. Jesus tomou seus redimidos e os uniu de tal modo a Si mesmo, que, antes de qualquer outra coisa, Ele tem de ser destruído, vencido e desonrado, para que, então, os seus redimidos sejam injuriados. O Senhor Jesus é o titular da firma, e, até que Ele desonre seu próprio nome, estamos seguros contra todos os temores de falência.
Portanto, com ousada confiança, prossigamos em direção ao futuro que ainda desconhecemos, unidos eternamente a Jesus. Se os homens do mundo perguntam: “Quem é esta que sobe do deserto e que vem encostada ao seu amado?” (Ct 8.5), confessamos com alegria que realmente nos encostamos em Jesus e que pretendemos nos unir a Ele cada vez mais. Nosso Deus fiel é um manancial transbordante de deleites, e nos sa comunhão com o Filho de Deus é um rio transbordante de regozijo. Sabendo estas coisas gloriosas, não podemos nos desencorajar. Pelo contrário, clamamos juntamente com o apóstolo: “Quem nos separará... do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”? (Rm 8.35-39)

Fonte: Editora Fiel

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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Idéias pragmáticas de crescimento de igreja - John MacArthur



O pragmatismo  da "aborgagem amigável" rouba da igreja o seu papel profético. Transforma-a em uma organização popular, que recruta seus membros através de oferecer-lhes um ambiente de calor humano e amizade, no qual as pessoas comem, bebem e são entretidas. A igreja acaba funcionando mais como um clube do que como uma casa de adoração.

Isso não é exagero. Um recente "best-seller" que advoga ideias pragmáticas de crescimento de igreja incluiu esta sugestão:

Lembra-se como o bar da esquina costumava ser o lugar onde os homens da vizinhança se reuniam para assistir na TV os grandes eventos esportivos, tais como lutas e campeonatos mundiais de box? Embora os tempos tenham mudado, o mesmo conceito pode ser usado pela igreja para causar um grande impacto. A maioria delas possui um grande auditório que poderia ser utilizado para reuniões especiais ao redor dos grandes eventos da mídia — esportes, debates políticos, entretenimento especiais e coisas semelhantes.


O cenário é construído em torno de pressuposições que são claramente antibíblicas. A igreja não é um clube à busca de novos sócios. Não é o barzinho do bairro onde a vizinhança se reúne. Não é um grêmio estudantil à procura de calouros. Não é um centro comunitário onde se realizam as festas. Não é um clube de campo para as massas. Não é um comitê eleitoral onde os problemas da comunidade são discutidos. Não é uma corte judicial para corrigir as injustiças sociais. Não é um fórum aberto, ou uma convenção política, ou até mesmo uma cruzada evangelístíca.

A igreja é o corpo de Cristo (1 Co 12.27), e as reuniões da igreja são para adoração e instrução. O único alvo legítimo da igreja é "o aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo" (Ef 4.12) — crescimento vital, não apenas expansão numérica.

A ideia de que as reuniões de igreja deveriam ser usadas para encantar ou atrair os não-cristãos é um conceito relativamente novo. Nas Escrituras, não há qualquer sugestão quanto a isso; aliás, o apóstolo Paulo falou da presença de incrédulos na igreja como um evento excepcional (1 Co 14.23). Hebreus 10.24,25 indica que os cultos da igreja são para o benefício dos crentes e não dos incrédulos: "Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos".


Atos 2.42 mostra-nos o padrão que a igreja primitiva seguia, quando se reunia: "E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações". Observe que adorar a Deus e encorajar os irmãos eram as prioridades da igreja primitiva. A igreja se reunia para adoração e edificação e se dispersava para evangelizar o mundo.

Nosso Senhor comissionou seus discípulos para evangelizarem da seguinte forma: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28.19). Cristo deixou evidente que a igreja não deve esperar que o mundo venha ou que deve convidá-lo a vir às suas reuniões; Ele mostrou com clareza que a igreja deve ir ao mundo. É a responsabilidade de todo o crente. Temo que uma abordagem que enfatiza a apresentação do evangelho de uma forma facilitada dentro da igreja, exime o crente de sua obrigação pessoal de ser uma luz no mundo (Mt 5.16).

Novamente ressaltamos que a proclamação da Palavra de Deus deve ser central na igreja (1 Co 1.23; 9.16; 2 Co 4.5; 1 Tm 6.2; 2 Tm 4.2). "Quer seja oportuno, quer não" é tarefa dos ministros de Deus corrigir, repreender, exortar com toda a longanimidade e doutrina (2 Tm 4.2). O pastor que coloca o entretenimento acima da pregação bíblica e vigorosa abdica da responsabilidade primária de sua função, ou seja, apegar-se "à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem" (Tt 1.9).

A estratégia da igreja nunca foi de apelar ao mundo utilizando os termos do mundo. Não se espera que as igrejas estejam a competir pelo consumidor no mesmo nível que uma cerveja famosa ou uma grande rede de televisão. Não há como estimularmos crescimento genuíno via persuasão fascinante ou técnicas engenhosas. É o Senhor quem acrescenta almas à igreja (At 2.47). Metodologias humanas não podem acelerar ou suplantar o processo divino. Qualquer crescimento adicional que venha a produzir não passará de uma pobre e infrutífera imitação.

Crescimento artificial ou não-natural, no reino biológico, pode causar deformação — ou pior, câncer. Crescimento sintético, no reino espiritual, é igualmente doentio.

Fonte: josemarbessa
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sábado, 28 de janeiro de 2012

A história da igreja que precisava contratar um pastor.


Era uma vez uma igreja tão enjoada, mas tão enjoada que, mesmo precisando desesperadamente de um novo pastor, ninguém conseguia preencher seus "requisitos".
Então, alguém da Comissão de Sucessão Pastoral teve uma idéia brilhante: "Vamos colocar um anúncio numa revista especializada". Não era uma iniciativa muito ortodoxa, mas todos acabaram concordando.
Apareceram vários candidatos.
Este foi o relatório final do Relator da Comissão:


Candidato número 1: NOÉ
* Muito velho (tem 120 anos). Diz que é bom pregador, mas confessou que nunca conseguiu converter ninguém.

Candidato número 2: MOISÉS
* Gagueja demais (esse só aceitaria o convite se puder trazer seu irmão junto).

Candidato número 3: ABRAÃO
* Não pára em lugar nenhum e já se meteu em problemas com as autoridades.

Candidato número 4: DAVI
* Cometeu uns pecados imperdoáveis no passado.

Candidato número 5: SALOMÃO
* É um sujeito muito inteligente, mas não costuma colocar em prática o que sabe.

Candidato número 6: ELIAS
* Entra facilmente em depressão, se submetido à muito estresse.
Candidato número 7: OSÉIAS
* É um ótimo candidato, mas, sua vida familiar está em pedaços. Divorciado, casou-se com uma prostituta.

Candidato número 8: JEREMIAS
* Muito emotivo e alarmista (o sujeito parece ser uma dor de cabeça).

Candidato número 9: AMÓS
* O sujeito veio da roça (talvez devesse continuar por lá).

Candidato número 10: JOÃO BATISTA
* O sujeito não tem muito tato e se veste como um hippie (não se sentiria bem num jantar da nossa igreja).

Candidato número 11: PEDRO
* Candidato de temperamento forte, mas meio "covardão" (confessou que negou a Cristo três vezes publicamente numa única ocasião, por medo de uma mulher).

Candidato número 12: PAULO
* Este também não tem tato. Por demais duro, sua aparência é igual, e suas pregações são muito longas.

Candidato número 13: TIMÓTEO
* Tem potencial, mas é muito jovem para a posição.

Candidato número 16: JUDAS
* De todos, pareceu ser o mais aceitável. Sujeito prático, cooperador, bom com finanças, pensa nos pobres, e se veste bem.
A Comissão, por unanimidade, indica somente o último para a assembléia da igreja.

Fonte: sitedopastor

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O $how tem que Parar! - Jon Foreman

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domingo, 22 de janeiro de 2012

O que fazer com o BBB?



É simples. É só não ver o programa. É mais fácil do que querer movimentar o brasil gospil para tira-lo do ar.  Até porque tem programa "evangélico" que tem semelhante prostituição e não vejo movimento em relação a isso. Quanto a bocada evangélica tendo a frente o referido deputado pastor é uma ótima oportunidade para aparece.Pastor esse que  presta um desserviço ao evangelho, mas agora eis que surge como um bravo defenso do mesmo. O que aconteceu ou melhor o que esta acontecendo? Até onde eu seu ele continua o mesmo. Basta ouvir suas pregações e motivações. Então crente taca o dedo no controle desliga ou muda de canal e ponto final.

Em Cristo, pastor Iranildo Medeiros
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