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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O evangelho cantado

Música como essa não se toca em rádios evangélicas e muito menos em programas ditos evangélicos ela verdadeiramente é pedra de tropeço. 1 Pe 2: 6-8




O Evangelho - Grupo Logos

Eu sinto verdadeiro espanto no meu coração
Em constatar que o evangelho já mudou.
Quem ontem era servo agora acha-se Senhor
E diz a Deus como Ele tem que ser ...

Mas o verdadeiro evangelho exalta a Deus
Ele é tão claro como a água que eu bebi
E não se negocia sua essência e poder
Se camuflado a excelência perderá!

Refrão
O evangelho é que desvenda os nossos olhos
E desamarra todo nó que já se fez
Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.

O evangelho mostra o homem morto em seu pecar
Sem condições de levantar-se por si só ...
A menos que, Jesus que é justo, o arranque de onde está
E o justifique, e o apresente ao Pai.

Mostra ainda a justiça de um Deus
Que é bem maior que qualquer força ou ficção
Que não seria injusto se me deixasse perecer
Mas soberano em graça me escolheu

É por isso que não posso me esquecer
Sendo seu servo, não Lhe digo o que fazer
Determinando ou marcando hora para acontecer
O que Sua vontade mostrará.

Refrão
O evangelho é que desvenda os nossos olhos
E desamarra todo nó que já se fez
Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.

Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.
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Deus é justo ao permitir que o justo sofra aflições? – Thomas Watson (1620-1686)


Nós vemos que o próprio povo de Deus sofre muitas aflições, são injuriados e perseguidos. "Pois de contínuo sou afligido e cada manhã, castigado" (SI 73.14). Como isso se relaciona com a justiça de Deus?


a. As aflições dos santos são motivadas por suas falhas


Neste particular, é verdadeira a regra de Agostinho: "Os caminhos de Deus, no julgar, são às vezes secretos, mas nunca injustos". O Senhor nunca aflige seu povo sem uma causa, assim não é injusto. Há coisas boas nos filhos de Deus, por isso os ímpios os afligem. Há coisas ruins nos ímpios, por isso Deus os aflige.


Os próprios filhos de Deus têm suas manchas: "Acaso, não sois vós mesmos culpados contra o SENHOR, VOSSO Deus?" (2Cr 28.10). Será que esses diamantes espirituais não têm falhas? Não lemos a respeito das manchas nos filhos de Deus? (Dt 32.5). Não são culpados de muito orgulho, da disposição de condenar e de criticar, de paixão e de mundanidade?

Embora, por meio de suas profissões de fé, assemelhem-se aos pássaros do paraíso, voando alto e se alimentando com o orvalho do céu, mesmo assim, à semelhança da serpente, lambem o pó. Os pecados dos filhos de Deus provocam mais que os dos ímpios. "Viu isto o SENHOR e os desprezou, por causa da provocação de seus filhos e suas filhas" (Dt 32.19). Os pecados dos ímpios traspassam o lado de Jesus, os dos filhos de Deus ferem seu coração. Portanto, será que Deus não é justo em todos os males que faz recair sobre eles? "De todas as famílias da terra, somente a vós outros vos escolhi; portanto, eu vos punirei por todas as vossas iniquidades" (Am 3.2). Sem dúvida, serão punidos antes e mais duramente que os outros.


b.      As aflições dos justos têm uma finalidade suprema


Os sofrimentos e as dificuldades dos justos são para refiná-los e purificá-los. A fornalha de Deus está em Sião (Is 31.9). Há qualquer injustiça da parte de Deus em colocar seu ouro na fornalha para purificá-lo? Há qualquer injustiça da parte de Deus em afligir seu povo, em fazê-lo participante de sua santidade? (Hb 12.10). O que mais a fidelidade de Deus proclama, senão tomar tal curso para com seus filhos para fazê-los melhor? "Com fidelidade me afligiste" (SI 119.75).


c.       As aflições dos justos revelam a misericórdia de Deus


Há qualquer injustiça da parte de Deus em aplicar uma punição menor para prevenir uma maior? Os filhos de Deus não são merecedores do inferno. Há qualquer injustiça da parte de Deus em usar a vara, onde mereciam o escorpião? O pai é injusto quando somente corrige seu filho que merecia ser deserdado? Deus lida tão favoravelmente com seus filhos que põe somente absinto no cálice deles, quando poderia pôr fogo e enxofre, logo deveriam agradecer a misericórdia de Deus, em vez de reclamar de sua justiça.

Fonte: josemarbessa
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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Louvor: Como Implodir a Doutrina


Louvor: Como Implodir a Doutrina -
por Jorge Fernandes Isah

A afirmação de que o louvor pode ser qualquer coisa, de qualquer forma, e de que Deus nos aceita como somos, remete-nos à seguinte questão: O Senhor aceita o pecador inconvertido e sem arrependimento que mantém-se em rebeldia, rejeitando a Cristo como único e suficiente Salvador? Ou será necessário que, primeiro, esse pecador seja regenerado por Cristo e transformado pelo Espírito Santo para arrepender-se e receber o perdão divino, e então ser aceito? Da mesma forma, qualquer coisa que se faça em nome da Igreja e na Igreja somente será reconhecida por Deus se obedecer aos preceitos definidos na Escritura, os principios estabelecidos pelo próprio Deus.

É possível uma adoração santa quando se apela para ritmos sensuais, com o único objetivo de entreter e saciar a carne? É possível que se execute igualmente danças muito parecidas com a "dança-do-ventre" nos cultos, e crer que se está agradando a Deus? É possível agradá-lO com um discurso humanista, que exalta o homem, em detrimento da pregação expositiva bíblica que exalta a Deus? É possível uma diversidade de técnicas mundanas subir ao púlpito (o pragmatismo, o servilismo ao pecado, a acomodação aos padrões do mundo), e agradar a Deus? É possível agradá-lO sem ser bíblico? Baseado apenas nas sensações e tentativas humanas? O homem natural certamente não verá problemas, e responderá acertivamente. Contudo, o homem espiritual, aquele que tem a mente de Cristo e foi regenerado, dirá não. Porque o princípio da verdadeira adoração não são os efeitos pirotécnicos, nem a multidão de gestos, nem o grito tronitruante, nem o suor, nem calafrios, nem comoção pública, nem o cair ou cacarejar, ou qualquer outro fenômeno bizarro. O preceito da verdadeira adoração é a obediência a Deus e a Sua palavra, as Escrituras Sagradas.

As igrejas começam sempre abrindo uma exceção em suas práticas, as quais consideram sem importância. E, normalmente, começa-se pela liberalidade na música, no louvor. Acontece que os bodes precisam de diversão constante, e estão ali para distrair e, num golpe final, destruir o rebanho (como objetivo, porém não alcansável, visto que as ovelhas de Cristo são salvas e jamais destruídas pelo inimigo). E como isso se dá? Primeiro, corrompe-se o louvor, onde a santidade dá lugar a toda prática profana, com a apropriação dos sentimentos e valores do mundo para depois, progressivamente, implodirem a doutrina e a validade escriturística.

É esse o caminho que os ímpios impõem à igreja enquanto irmãos sinceros, mas iludidos com as falsas promessas de resultados (e a ignorância escriturística é fundamental para se manter crentes em estado de coalizão com as forças malignas; os quais veem erroneamente os valores humanos como sendo de Deus), permitem-se cair na blasfêmia, no mundanismo, na rebelião e no desprezo ao Senhor.

A igreja que acredita louvar a Deus na carne (repito: com ritmos sensuais, contagiantes, eletrizantes, danças profanas, e técnicas do show business) está assentada no lamaçal do pecado, e receberá a disciplina ou a ira divina. Porque a verdadeira adoração não é uma isca para fisgar espectadores através da musicalidade profana, da pregação artificiosa e antibíblicas; a verdadeira adoração é a submissão do crente a Deus, sujeitando-se à Sua vontade, e porque não, trabalhar para manter os bodes e ímpios fora da igreja ao invés de chamá-los para um acordo de paz, onde os bodes não cumprirão a parte assumida, mas dissimuladamente buscarão dispersar as ovelhas, se possível fosse, destruí-las.

Infelizmente a maioria dos adoradores modernos enquadram-se na sentença de Paulo: "Segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus" (Rm 2.5).

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ansiedade um dos maiores males da humanidade




Por pastor Iranildo Medeiros

Em todas as épocas a ansiedade se fez presente na vida humana. Ela trás consigo um grande mal que sorrateiramente nos faz viver em sua função. Digo isso porque a ansiedade é um dos disfarces do pecado é uma de suas máscaras. Conseqüências catastróficas nos são dadas por nos reverenciarmos a ela. Isso se dá por não sabermos controlá-la, pois é impossível deixar de tê-la.

No sermão do monte registrado em Mateus capítulo 6, Jesus diz que não devemos andar ansiosos por coisa alguma. Veja que Ele diz não andar e não, não ficar ansioso. Há uma grande diferença nisso. Não ficar seria extingui-la de nossa personalidade que seria impossível. Enquanto andar nos dá a compreensão de não viver em sua função. Entendo que era isso exatamente que Jesus queria dizer. Porque viver em função de nossas ansiedades estaria abrindo um precipício entre nós e Ele e assim nos tornando como não filhos dEle. Viver em função de nossas ansiedades nos faz dependermos de nossas próprias vontades e desejos dos quais nunca seremos satisfeitos. Uma busca insegura e insaciável que nos levara a um profundo círculo vicioso. 

De certa forma a ansiedade descontrolada nos faz desacreditar do poder sustentador, provedor e mantenedor de Jesus. Precisamos confiar nossas vidas naquele que disse que valemos muitos mais do que as aves do céu e os lírios do campo. Se somos seus filhos e se Ele é nosso Senhor nada mais lógico é vivermos em sua dependência. Essa é a sua pregação, esse é o seu desejo, essa é a sua vontade de todos os dias de nossas vidas estarmos sobre sua dependência. Buscar o seu reino, buscar a sua justiça e o que necessitamos certamente Ele providenciara. Mas para isso a fé na prática precisa se fazer real em nossas vidas. E como se faz isso? Entregando nossa ansiedade a Ele porque Ele tem cuidado de nós. É bem simples não é? Então tendo o conhecimento dessa verdade precisamos vive-la.

Encontramos três palavras que mostram o caminho para a vitória sobre a ansiedade: (1) (Mt 6:30) - a confiança de que Deus suprirá nossas necessidades; (2) o Pai (Mt 6:32) - saber que ele se preocupa com seus filhos, e(3) primeiro (Mt6:33) - colocar a vontade de Deus em primeiro lugar em nossa vida a fim de glorificá-lo. Se tivermos fé em nosso Pai e o colocarmos em primeiro plano, ele suprirá nossas necessidades.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Onde esta o sentido da vida?



                                                                                                          Pastor Iranildo Medeiros

Alguém muitos anos atrás respondeu essa pergunta e acredite ele sabia exatamente a resposta. O que eu acho surpreendente é que ele só chegou a desvendar esse mistério quando sua vida já estava no fim. E isso nos dá uma grande vantagem. Salomão é o cara. Tinha que ser. Pois justo ele gozou de tudo que a vida podia lhe proporcionar então certamente saberia o sentido da vida. Seria a resposta comer, vestir, construir, se divertir, planejar, juntar, estudar, namorar, noivar e casar? Não! Ele diz: Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás do vento! Ec 1:14. Por doze capítulos ele diz que o sentido da vida não esta onde a maioria das pessoas pensa que esta. Afinal de contas você deve esta si perguntando. Onde esta o sentido da vida? Ele trás a resposta no último capítulo na sua última fala dizendo: Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e guarde os seus mandamentos, pois isso é o essencial para o homem. Pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mal.

Então, gostou ou ficou decepcionado com a resposta? É bem simples agente que gosta de complicar. Em outras palavras o sentido da vida tem que esta na vertical e não na horizontal. Vivermos para Ele e não para nós. Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém Rm 11:36 

Pense nisso!
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